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Case CPFL Energia

Quando processo comercial, tecnologia e governança precisam mudar juntos.

Como a Arcantis conduziu a implantação de novos processos de vendas B2B conectando negócio, TI e gestão em um único trilho de execução.

Contexto

Cliente
CPFL Energia
Frente
Transformação comercial B2B
Capacidade
Processos, Tecnologia & Execução

Contexto

Uma operação B2B maior exigia mais padrão e mais integração.

O ponto de partida não era escolher um sistema. Era coordenar negócio, operação e tecnologia em torno do mesmo processo.

A operação de vendas B2B reunia múltiplas ofertas, diferentes frentes comerciais e um mercado-alvo em ampliação.

Com mais escala, cresceu também a necessidade de padronizar como a venda acontece e de sustentar essa venda em sistemas que acompanhem a execução.

O trabalho pedido era acompanhar e orientar a implantação dos novos processos, priorizando melhorias, validando com as áreas e viabilizando os sistemas com participação direta de TI.

Desafio

Implantar o novo modelo comercial sem separar processo de sistema.

Cada frente precisava avançar dentro do mesmo trilho de decisão.

  • 01

    Implantar os novos processos de venda B2B

  • 02

    Transformar necessidade de negócio em requisito sistêmico

  • 03

    Criar governança para priorizar e decidir

  • 04

    Validar o desenho com as áreas envolvidas

  • 05

    Liberar ganhos rápidos sem esperar o ciclo completo

  • 06

    Acompanhar adoção e aderência ao novo padrão

Diagnóstico Arcantis

Sem governança e priorização, tecnologia vira fila de demanda. Sem processo, o sistema registra sem orientar a execução.

As frentes só avançam juntas quando compartilham a mesma priorização e o mesmo critério de decisão.

  1. 01

    Governança

    Comitê de gestão e deliberação para priorizar e decidir.

  2. 02

    Processo

    Como a venda B2B deve acontecer, área por área.

  3. 03

    Requisito

    Necessidade de negócio traduzida em user story validada com TI.

  4. 04

    Sistema

    Viabilidade avaliada e implementação planejada em ondas.

  5. 05

    Adoção

    Acompanhamento da aderência ao novo padrão de trabalho.

  6. 06

    Gestão

    Indicadores e rotinas para ler a execução comercial.

Gargalos identificados

Três gargalos separavam desenho de execução.

Cada um deles fazia a transformação avançar em ritmos diferentes.

  1. 01

    Negócio e TI sem trilho único

    Demandas comerciais e capacidade técnica eram discutidas em fóruns distintos, sem priorização compartilhada.

  2. 02

    Melhorias com dependências diferentes

    Parte do que precisava mudar dependia de sistema; outra parte era imediata e ficava parada na mesma fila.

  3. 03

    Leads perdidos sem tratamento comum

    Oportunidades não convertidas não tinham categorização de motivo nem cadência estruturada de retomada.

Intervenção

O trabalho começou pela governança.

Da constituição do comitê ao acompanhamento da aderência, em fases encadeadas.

  1. 01Governar

    Comitê e priorização

    Um único fórum para decidir o que entra, em que ordem e com que critério.

    • Comitê de Gestão e Deliberação
    • Priorização das frentes de negócio
  2. 02Traduzir

    Requisitos e viabilidade

    Necessidade comercial convertida em requisito verificável com TI.

    • Análise de esforço e viabilidade
    • User stories dos novos processos
    • Validação conjunta de negócio e TI
  3. 03Implementar

    Plano e quick wins

    Implantação em ondas, separando o que depende de sistema do que não depende.

    • Plano de implementação
    • Quick wins sistêmicos
    • Quick wins não sistêmicos
  4. 04Acelerar

    War room comercial

    Ciclo curto de reativação de leads e aceleração do funil com abordagem definida.

    • Categorização de motivos de perda
    • Cadências por e-mail, ligação e WhatsApp
    • Indicadores e visões táticas
  5. 05Sustentar

    Adoção e acompanhamento

    Verificação contínua de aderência ao novo padrão junto às áreas.

    • Acompanhamento de implementação
    • Leitura de aderência por área
    • Rotina de monitoramento
Processo, requisito e decisão passaram a andar no mesmo ciclo, e não em projetos paralelos.

O que ficou

O que ficou documentado.

Artefatos produzidos no projeto e mantidos pela empresa.

  • Requisitos

    Backlog e user stories

    Necessidades comerciais traduzidas em requisitos validados por negócio e TI.

  • Execução

    Plano de implementação

    Sequência de ondas, dependências e quick wins separados por tipo.

  • Gestão

    Governança e indicadores

    Comitê, rituais de decisão e visões táticas de acompanhamento da operação.

Amostras dos artefatos são disponibilizadas sob solicitação, respeitando a confidencialidade do cliente.

Antes × Depois

O que mudou no padrão de operação.

A mudança é de método de decisão e de execução, não de promessa quantitativa.

Antes

Depois

Demanda de negócio dispersa
Priorização e governança em um único comitê
Melhoria de processo separada de TI
Negócio e TI conectados no mesmo requisito
Leads perdidos sem tratamento comum
Motivos categorizados e cadências definidas
Acompanhamento por percepção
Indicadores e rotinas de monitoramento
Ganhos rápidos presos na fila de sistema
Quick wins liberados em paralelo
Adoção assumida como consequência
Aderência acompanhada área por área

Resultados

O que ficou implementado.

Sem atribuir ganho quantitativo que não foi medido.

Os processos e mecanismos previstos foram implementados, criando um padrão comum entre negócio, tecnologia e gestão, com mais visibilidade sobre a operação comercial. Não há, no material analisado, medição de ganho quantitativo associada ao projeto.

Quantas melhorias comerciais da sua empresa estão paradas esperando sistema?

O diagnóstico mostra onde processo, tecnologia e decisão deixaram de andar no mesmo ciclo.

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